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	<title>Arquivos Blog - Sul Transportes</title>
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	<description>Fornecimento de soluções logísticas e transporte para o segmento do agronegócio e em geral. Rondonópolis/MT</description>
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		<title>Safra de soja 2022/23 do Paraná tem melhor condição em 4 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sul_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 21:40:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A safra de soja 2022/23 do Paraná, um dos maiores produtores da oleaginosa do Brasil, está com a melhor avaliação para a primeira parte de dezembro em quatro anos, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (13) pelo Deral (Departamento de Economia Rural), do governo do Estado. O Paraná tem potencial para colher 20,8 milhões [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A safra de soja 2022/23 do Paraná, um dos maiores produtores da oleaginosa do Brasil, está com a melhor avaliação para a primeira parte de dezembro em quatro anos, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (13) pelo Deral (Departamento de Economia Rural), do governo do Estado.</p>
<p>O Paraná tem potencial para colher 20,8 milhões de toneladas em 22/23, alta de 70% na comparação com a temporada passada, atingida pela seca, segundo os últimos números da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento).</p>
<p>“A safra caminha com tranquilidade, chuvas regulares e condições de campo excelentes, principalmente para os plantios mais tardios, a partir de outubro”, disse o especialista do Deral Edmar Gervásio.</p>
<p>No que depender das condições das lavouras até o momento atual, as boas produtividades podem se confirmar na maioria do Estado, já que 90% das áreas estão em boas condições, segundo o Deral, que apontou também 9% em situação média e 1% ruim.</p>
<p>Esse percentual de lavouras boas só perde, nos últimos anos, para os 96% registrados pelo Deral na mesma época em 2018/19. Naquela safra, contudo, o Estado não conseguiu atingir todo seu potencial produtivo por problemas climáticos posteriores, colhendo 16,9 milhões de toneladas, de acordo com dados da Conab.</p>
<p>Gervásio ponderou que, embora os números apontem as melhores condições para esta época, é difícil “cravar”, pois se trata de uma “percepção subjetiva dos técnicos no campo”.</p>
<p>Na comparação semanal, o Deral apontou uma leve redução da condição da lavoura: terça-feira passada (6) havia apontado que 91% dos campos estavam com a melhor avaliação.</p>
<p>Até o próximo dia 20, os mapas meteorológicos indicam chuvas abaixo da média para o período na maior parte do Paraná, mas as precipitações estarão ainda mais escassas no Rio Grande do Sul, que até o momento tem potencial ser o segundo produtor nacional da oleaginosa, segundo a Conab, com cerca de 22 milhões de toneladas.</p>
<p>Esse volume para a soja gaúcha representaria mais que o dobro do colhido no ano passado, quando a estiagem reduziu drasticamente as produtividades.</p>
<p>Em Mato Grosso, com safra estimada em 41,7 milhões de toneladas, as chuvas serão mais volumosas e acima da média até o início da próxima semana.</p>
<p>Veja detalhes:</p>
<p>A safra de soja do Brasil 2022/23 está estimada em recorde de 153,48 milhões de toneladas, com um salto de 22,2% ante a temporada passada, quando a seca afetou as lavouras ao sul do Brasil, segundo a Conab.</p>
<p>Fonte: <a href="https://forbes.com.br/forbesagro/2022/12/safra-de-soja-do-parana-tem-melhor-condicao-em-4-anos/" target="_blank" rel="noopener">Forbes</a></p>
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		<title>O que esperar do milho 2022/2023?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sul_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 21:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diversos fatores interferem no contexto e nas expectativas da nova safra 2022/2023, de acordo com a Consultoria TF Agroeconômica. Citando análise do engenheiro agrônomo Dr. Haroldo Tavares Elias, Epagri/Cepa, esses são os fatores que mexem no preço do cereal: O produtor enfrenta elevação significativa dos custos de produção, com destaque para os insumos que tiveram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diversos fatores interferem no contexto e nas expectativas da nova safra 2022/2023, de acordo com a Consultoria TF Agroeconômica. Citando análise do engenheiro agrônomo Dr. Haroldo Tavares Elias, Epagri/Cepa, esses são os fatores que mexem no preço do cereal:</p>
<ul>
<li>O produtor enfrenta elevação significativa dos custos de produção, com destaque para os insumos que tiveram um aumento de cerca de 65% em relação a 20211;</li>
<li>Os preços do produto milho tiveram uma retração significativa desde o início de 2022, em mais de 15%;</li>
<li>A entrada da nova safra dos EUA opera como um fator limitante das altas dos preços internacionais do cereal; No entanto, alguns fatores estão orientando para uma retomada de alta das cotações até fim de 2022:</li>
<li>O ritmo das exportações no acumulado até agosto está em mais de 18 milhões de toneladas (MT), deverá alcançar volume superior a 35 MT, bem superior aos 20 milhões de 2021 (Ministério da Economia, COMEX, Stat, 2022).</li>
<li>A possível abertura do mercado chinês para o milho brasileiro deve manter o produto valorizado em 2023;</li>
<li>Há uma demanda crescente da utilização do milho para produção de etanol no mercado interno;</li>
<li>Após as últimas duas safras com estiagens que comprometeram a produção, se espera que as precipitações sejam mais regulares e favoráveis a uma safra normal.</li>
<li>No relatório de setembro 2022, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reduz a estimativa da produção global de milho, de 1,179 bilhão de toneladas (BT), para 1,172 BT, principalmente em relação à safra dos EUA.</li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/fertilizantes/noticia/o-que-esperar-do-milho-2022-2023-_470785.html" target="_blank" rel="noopener">Agrolink</a></p>
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		<title>Volume de fretes do agro registra crescimento de 33,2%</title>
		<link>https://sultransportes.com.br/volume-de-fretes-do-agro-registra-crescimento-de-332/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[sul_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 21:38:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo diante da quebra de produção ocasionada em decorrência dos problemas climáticos e os altos custos na fazenda, o PIB do agronegócio registrou crescimento de 9,81% no primeiro semestre de 2022, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Agrícola (Cepea), e a Esalq/USP em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo diante da quebra de produção ocasionada em decorrência dos problemas climáticos e os altos custos na fazenda, o PIB do agronegócio registrou crescimento de 9,81% no primeiro semestre de 2022, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Agrícola (Cepea), e a Esalq/USP em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).</p>
<p>Em consequência do crescimento do setor no Brasil, o volume de fretes do agro acabou registrando crescimento de 33,2% no primeiro semestre desse ano no comparativo com 2021, segundo a Fetebras. O transporte rodoviário de cargas no agro movimenta R$63 bilhões anualmente em oito milhões de viagens. E justamente por ser um setor tão lucrativo, ele acaba se tornando um alvo perfeito para os criminosos especializados no roubo de cargas de caminhões.</p>
<p>Só no ano passado, esse tipo de crime gerou um prejuízo de aproximadamente R$ 1,2 bilhão, de acordo com a Associação Nacional de Transportes de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística). O Sudeste é a região do Brasil que mais sofreu com o roubo de cargas, sendo que 82% dos incidentes aconteceram na região. Óleo de soja, açúcar e o milho foram os itens mais roubados, aponta a empresa Pamcary.</p>
<p>“Geralmente, quando há preocupação de um possível risco de desabastecimento, como o que aconteceu com os fertilizantes, os produtores tendem a aumentar seus pedidos de modo a minimizarem prejuízos decorrentes de uma possível falta de estoque. Como esse tipo de produto é uma carga bastante visada, as estatísticas de roubo a cargas tendem a aumentar drasticamente” – explica Luiz Henrique Nascimento, diretor comercial da T4S Tecnologia.</p>
<p>Após sentir na pele como era amargar prejuízos por conta do roubo de cargas, Nascimento, Marcílio Machado e Enrico Rebuzzi decidiram apostar em uma empresa especializada em tecnologia para evitar que os criminosos tivessem êxito em suas ações. Antes da T4S, os empreendedores tinham uma empresa de logística, só que a empresa sofria muito por conta dos roubos de cargas frequentes, então eles enxergaram uma oportunidade de negócio até então pouco explorada no Brasil.</p>
<p>Sendo assim, a empresa que começou como uma startup em 2017 hoje já atende clientes como FedEx, JSL e a P&amp;G. O foco da empresa é oferecer soluções inovadoras, como é o caso do Imobilizador T4S, um pequeno e camuflado atuador sem fio que fica escondido no veículo e bloqueia automaticamente o caminhão em caso de utilização de jammer, conhecido também como capetinha, vandalismo e desvio de rota.</p>
<p>Em outubro, o Imobilizador T4S registou o maior salvamento da história do atuador. O sistema detectou Jammer e bloqueou automaticamente o veículo na rodovia. O veículo em questão era de um cliente da T4S da área farmacêutica, e estava com uma carga avaliada em R$ 6 milhões. O motorista, o veículo e a carga ficaram intactos.</p>
<p>Com o objetivo de proteger a carga no interior do baú, a T4S criou a Blindagem Elétrica, que são painéis de alta resistência contra perfurações e cortes, que são energizados caso aconteça tentativas de arrombamento. Quando o criminoso tenta roubar a carga do caminhão, ele recebe um choque não-letal. Além disso, por conta do isolamento elétrico, o choque só será sentido por quem tentar perfurar ou cortar os painéis, fazendo da solução 100% segura para trabalhadores e transeuntes.</p>
<p>Em 2021, a T4S faturou R$ 40 milhões. Hoje a T4S atende aproximadamente 1.500 empresas. Desde que a empresa foi fundada, já foram mais de 227 salvamentos de cargas e 234 salvamentos de veículos.</p>
<p>Fonte: <a href="https://www.agrolink.com.br/noticias/volume-de-fretes-do-agro-registra-crescimento-de-33-2-_474070.html" target="_blank" rel="noopener">Agrolink</a></p>
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